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Dos livros que mudam a vida: O Segundo Sexo – Simone de Beauvoir

Simone de Beauvoir foi escritora, filósofa existencialista e feminista francesa. Teve uma educação burguesa e cristã e tornou-se nome fundamental na história do feminismo mundial.

Quando, em 1949, Simone lançou o ensaio “O Segundo Sexo”, disse em entrevista que esperava que seu livro fosse superado. Infelizmente, a sua obra permanece atualíssima nos dias de hoje.

Com a célebre frase “Ninguém nasce mulher: torna-se mulher”, o livro inicia a problemática da interferência social e comportamental sob a existência da mulher, tornando características sintéticas em comportamentos tidos como “naturais” ao sexo feminino.

O livro ainda trata da vida da mulher perante a adolescência, a sexualidade, a experiência sexual, a homossexualidade, a prostituição, o casamento, a maternidade, a velhice e as relações de trabalho.

Com colocações relevantes e atuais, Simone discorre sobre a mulher com a propriedade que só uma pensadora como ela poderia demonstrar, sem mistificação ou exaltações , ela revela um panorama necessário ao desenvolvimento de um feminismo saudável que garante a independência de comportamento e pensamento de mulheres até hoje.

Leitura para lá de recomendada à mulheres e homens de todas as idades.

 

 

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A principal escritora latino-americana de prosa do século

Adivinhem de quem  eu estou falando? Óbvio. Clarice Lispector.

Li a nota abaixo e já estou pensando na maneira de adquirí-los!!!

Livros de Clarice Lispector chegam às livrarias dos norte americanas

Agência Estado

Redação Folha Vitória

São Paulo – É o momento Clarice Lispector – quinta-feira, as livrarias dos Estados Unidos começam a receber quatro livros (“Perto do Coração Selvagem”, “Água Viva”, “A Paixão Segundo G. H.” e “Um Sopro de Vida”) da grande escritora traduzidos para o inglês, todos pela editora New Directions, que já lançou no ano passado “A Hora da Estrela”. O fato repercutiu na imprensa, com o jornal “Los Angeles Times” citando a frase de um antigo tradutor de Clarice (1920-1977), Gregory Rabassa, que comparava a autora brasileira a Marlene Dietrich (no traço físico) e a Virginia Woolf (no traço estilístico).

“A maneira chocante com que fala dos grandes temas é a característica de sua prosa que mais desperta atenção do leitor americano”, acredita Benjamin Moser, organizador dos lançamentos e grande divulgador da prosa clariciana entre seus conterrâneos, especialmente depois de publicada a tradução em inglês de sua biografia “Clarice”, lançada em 2009 pela Cosac Naify. “São assuntos que, no nosso dia a dia, não temos coragem de enfrentar – a vida, a morte, o Deus – e que são os grandes temas universais, independentemente de detalhes superficiais, como a nacionalidade do leitor.”

Os quatro volumes chegam com um delicado projeto gráfico: juntas, as capas reproduzem uma foto de Clarice jovem. E, em um canto, são reproduzidos elogios de personalidades literárias como Jonathan Franzen (“Uma escritora verdadeiramente notável”), Orhan Pamuk (“Uma das mais misteriosas autoras do século 20”) e Colm Toíbín (“Um dos gênios ocultos do século 20”), além de uma citação do jornal “The New York Times” (“A principal escritora latino-americana de prosa do século”).

Moser, que descobriu a escrita de Clarice na universidade, durante um curso sobre literatura brasileira em que se estudou “A Hora da Estrela”, enriqueceu ainda a nova fornada de volumes com prólogos diversos, como o assinado por Caetano Veloso para “Perto do Coração Selvagem” e um surpreendente texto de cineasta Pedro Almodóvar que, ao recusar o convite de Moser para escrever sobre “Um Sopro de Vida”, acaba tecendo vários elogios à autora.

No Brasil, os livros de Clarice são um dos bens mais preciosos do catálogo da editora Rocco, que prepara vários lançamentos a partir do segundo semestre. Em outubro, por exemplo, deve sair a coletânea “Clarice na Cabeceira – Jornalismo”, que vai reunir textos publicados na imprensa ao longo de quase quatro décadas. Também a obra infanto-juvenil da escritora vai ganhar nova edição, com um projeto gráfico reformulado e volumes em capa dura. Os primeiros serão “A Vida Íntima de Laura”, ilustrado por Odilon Moraes, e “A Mulher Que Matou os Peixes”, por Renato Moriconi. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Via: Livros e Afins

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O Pequeno Príncipe

Foi por arrumar minhas prateleiras de livros, que dei conta…não sei onde está meu livro O Pequeno Príncipe. Felizmente eu tenho o filme, o áudio, mas estou meio órfã sem o Livro.  Lembrei desta notícia aqui:

Em 6 de abril o livro O Pequeno Príncipe completou 69 anos de sua primeira publicação. A obra, de uma delicadeza e sensibilidade ímpares, é o terceiro livro mais vendido no mundo, com impressionantes 134 milhões de cópias espalhadas pelo planeta, já foi traduzido para mais de 220 línguas e dialetos. O livro nos conta a história de um dos personagens mais queridos da literatura, ele encanta a todos com ensinamentos deixando um lastro de simplicidade, otimismo e amor ao planeta, para comemorar trouxe uma seleção de coisinhas lindas inspiradas no livro.

Primeiro ilustrações de encher os olhos de tão lindas:

Tatuagens com frases e ilustrações do livro:

No site Toy-A-Day tem dois paper toys do Pequeno Príncipe muito lindinhos:

 

Para quem é de São Paulo vale uma visita ao Shopping Iguatemi Alphaville onde está acontecendo uma exposição com “os cenários mágicos que ilustram a tragetória do nosso principezinho e de seu autor Antoine de Saint-Exupéry“, até o dia 15 de abril, com entrada gratuita.

Ano passado o Museu de Cera de Paris homenageou o Pequeno Príncipe com uma escultura muito linda, ela é obra do escultor Stéphane Barret.

Marcadores de página que a Angel produz, de forma totalmente artesanal, um capricho que só vendo:

Para encerrar a homenagem com chave de ouro, nada mais apropriado que uma pequena leitora do Pequeno Príncipe:

Li aqui.


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Desejos de Natal

 

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Capitão Cueca e Dream Works

Finalmente, as aventuras de Capitão Cueca , de Dav Pilkey serão vertidas para o cinema. Os direitos foram comprados pela Dream Works, de Steven Spilberg.

Além disso, a Cosac Naify lançará em janeiro, um livro de jogos com caça-palavra, piadas e histórias em quadrinhos do herói.

 

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Um papo com Luiz Schwarcz fundador da editora Companhia das Letras

[Fim de Expediente é um dos meus programas favoritos de rádio, toda sexta, às 18 horas, na CBN, Dan Stulbach, José Godoy e Luiz Gustavo Medina [http://g1.globo.com/platb/fimdeexpediente/] e, caso você não possa comparecer às últimas sextas de cada mês para assití-los ao vivo, ou ouvi-los semanalmente no rádio, eles disponibilizam o podcast do programa. Abaixo segue os comentários do José Godoy sobre o programa com Luiz Schwartz.]

No “Fim de expediente” da última sexta, recebemos Luiz Schwarcz, fundador da editora Companhia das Letras, que acaba de completar 25 anos. Não há muita dúvida sobre o papel de protagonista que a empresa exerce em nosso cenário cultural, e o de Schwarcz como o editor mais importante do país nas últimas décadas. Com tantas credenciais, vale a pena refletir sobre algumas das opiniões do entrevistado, em meio à “bagunça” do programa, como ele se referiu. Um papo com Luiz Schwarcz II Por conta dos 25 anos da Cia das Letras, levei ao FDE a relação de obras de ficção mais vendidas no país, na última semana de novembro de 1986, segundo “Veja”, e a comparei com a mesma listagem na semana passada. Se em 1986, entre os dez mais vendidos, três obras eram de Milan Kundera, o segundo lugar de García Marquez, além de Alice Walker e Isabel Allende, a lista atual, como a coluna vem apontando, segue com poucos autores, que se dividem em criadores de séries como “Guerra dos tronos”; que exploram nichos, como vampiros; ou de obras de ficção comercial, como Rick Riordan. Um papo com Luiz Schwarcz III Perguntado se houve nesses 25 anos uma infantilização do nosso leitor, Schwarcz surpreendeu. Apesar de se esperar do editor de um dos catálogos de alta ficção mais invejados do país, uma afirmação de antigos valores, Luiz defendeu uma adaptação de sua empresa aos novos tempos, a esse novo leitor, que vem demandando obras de perfil diferente do que se habituou a associar ao perfil da Cia da Letras. Um papo com Luiz Schwarcz IV A posição do editor parece corroborar o discurso da grande maioria de empresários do mercado cultural. E talvez a afirmação de Schwarcz tenha apenas um papel simbólico maior, por se tratar do incensado mercado de livros. Dois movimentos concomitantes parecem acontecer e se acelerar no país nesses dias. O primeiro é o deslocamento para o papel de protagonista da classe emergente, a quem passa a ser destinada a maior parte dos conteúdos culturais (algo que pode ser observado desde a dublagem de uma fatia cada vez maior de canais a cabo até a preocupação em mostrar essa nova classe na principal telenovela do país). Uma nova forma de consumir cultura O segundo movimento é a exploração de obras mais sofisticadas por institutos culturais e projetos bancados por incentivos, sem fins lucrativos, além de alguns equipamentos do poder público. Organizações como o Instituto Moreira Salles parecem ser os protagonistas deste novo momento, com um espectro de empreendimentos que vai da revista de ensaios “Serrote” à série “Cadernos de Literatura Brasileira”; da rádio digital Batuta, voltada para a memória brasileira, a exposições, edições especiais e um dos maiores acervos iconográficos do país; além de iniciativas como o “dia D”, em homenagem a Carlos Drummond de Andrade. A vantagem é que muitas dessas opções são gratuitas. Você pode ouvir a íntegra da entrevista com Luiz Schwarcz no link abaixo. Acesse o link José Godoy é escritor e editor. Mestre em teoria literária pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP), colabora com diversos veículos, como a revista “Legado”, da qual é colunista, e os jornais “Valor Econômico” e “O Globo”. Desde 2006, apresenta o programa “Fim de Expediente”, junto com Dan Stulbach e Luiz Gustavo Medina. O blog do programa está no portal G1. Entre em contato pelo e-mail zegodoy@hotmail.com

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Estudo revela que Brasil usa métodos de alfabetização ineficiente

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Debate com João Batista Araújo e Oliveira, doutor em Educação pela Florida State University e presidente do Instituto Alfa e Beto; e Aloísio Araújo, professor da Escola de Pós-Graduação em Economia (EPGE/FGV).

 

Fonte: CBN

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Jogos educativos

Lentamente as pessoas vão percebnendo que sim, os jogos podem ser uma ferramenta de aprendizado para as crianças, divido por matérias escolares.

Recebi via Livros e Afins a dica deste site aqui:

http://www.gameseducativos.com/

Cheio de atividades interessantes para entreter a garotada com conteúdo legal.

Caso seu público seja um pouco mais crescidinho (ou para você mesmo, que me lê neste momento) vale este aqui ó:

http://super.abril.com.br/multimidia/filosofighters-631063.shtml

Super interessante mesmo a síntese das filosofias e a os golpes de cada Filósofo.

Mas se você quer mais, mais , mais diversão, ou mais um jogo mesmo, tente este aqui:

http://revistaescola.abril.com.br/swf/jogos/jogoLiteratura/

E boa diversão.

 

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Bicicloteca: bike itinerante doa livros a moradores de rua

Adaptadas pelo Instituto Mobilidade Verde para carregar até 150 kg de livros, as Biciclotecas serão usadas para percorrer as ruas das cidades brasileiras distribuindo obras literárias aos moradores de rua

Está na Constituição brasileira: todo cidadão tem direito à cultura e educação e, para ajudar a cumprir essa Lei, o IMV – Instituto Mobilidade Verde criou a Bicicloteca, uma bike itinerante desenvolvida para percorrer as ruas das cidades brasileiras doando livros aos moradores de rua.

Com um compartimento traseiro que tem capacidade para armazenar até 150 kg de livros, a Bicicloteca é capaz de levar a leitura a centenas de desabrigados, que para ganhar uma obra só precisam fazer uma promessa: doar o livro para outro morador de rua, quando terminarem a leitura – já que seria inviável pedir para que obras fossem devolvidas à biblioteca, como de costume.

O projeto ainda está no começo e a primeira Bicicloteca do IMV será doada, na próxima segunda-feira, 25 de julho – não por acaso, o Dia do Escritor – para o MEPSRSP – Movimento Estadual de População em Situação de Rua de São Paulo, que oferece assessoria jurídica aos desabrigados, além de encaminhá-los para projetos sociais e empresas dispostas a oferecer emprego.

Até o final do ano, o Instituto ainda pretende entregar outras nove Biciclotecas, em diferentes cidades brasileiras, para ONGs comprometidas com projetos que visam levar cultura à comunidade, que receberão todo o auxílio do IMV para implantar a iniciativa. As organizações dispostas a receber uma bike itinerante podem enviar ao IMV, por e-mail, um pedido formal, que será avaliado pelo Instituto.

Quem tiver livros em casa também pode participar do projeto, doando as obras – pessoalmente ou pelo correio – para a Biblioteca Municipal Mário de Andrade (Rua da Consolação, nº 94, República – São Paulo/SP), que encaminhará os livros para as Biciclotecas do IMV.

Via: Planetasustentável e Livros e Afins

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Prateleiras públicas na Alemanha favorecem intercâmbio de livros

Apesar da popularidade dos e-books, as prateleiras públicas vêm sendo cada vez mais disseminadas nas cidades alemãs. Elas são abertas a qualquer um que queira buscar ou deixar um livro.

 A praça GoltsteinForum, em Colônia, é um dos pontos nevrálgicos da cidade, onde os habitantes fazem compras ou param para um descanso em um dos movimentados cafés. No centro da praça, uma caixa enorme mais parece um oásis, levemente deslocado.

Chegando mais perto, fica claro que se trata de prateleiras cheias de livros, com uma grande miscelânea de gêneros: ao lado de best-sellers de Tom Clancy, Helen Fielding ou Dan Brown, é possível encontrar guias de diversas cidades do mundo, livros sobre dietas, marcenaria ou romances que venderam milhões de exemplares em décadas passadas. Obras de autores consagrados como Simone de Beauvoir, Honoré de Balzac ou Marcel Proust também estão lá.

“Sempre acho algo interessante, a oferta é grande”, diz uma jovem, ao tirar um romance de Dan Brown da prateleira. Ela é uma entre os frequentadores do lugar, que sempre passam por ali para ver se chegou alguma coisa nova. A ideia é simples: o usuário leva, sem pagar nada, um livro para casa. E deixa ali outro qualquer que já tenha lido, em vez de ficar armazenando o mesmo em casa, nas suas próprias prateleiras.

Para além dos livros

Projeto é sucesso de público e conta com apoio de colaboradores voluntáriosMesmo que supreendente, a ideia tem funcionado. As prateleiras não ficam somente todo o tempo cheias, mas são também mantidas limpas e organizadas. Isso só é possível graças à ajuda de alguns colaboradores voluntários, diz Michael Aubermann, da associação Bürgerstiftung Köln (literalmente Fundação dos Cidadãos de Colônia), que cuida da prateleira pública.

Conhecido na cidade como Bücherschrank (o termo alemão para prateleira de livros), o projeto é uma plataforma aberta, em que os nomes dos usuários não são registrados como nas bibliotecas tradicionais e o anonimato é garantido. “Qualquer um é bem-vindo e pode participar”, diz Aubermann. E, considerando o sucesso do projeto, parece ter muita gente participando mesmo.

O sucesso até inspirou os organizadores a ampliarem a ideia para além da literatura, expandindo o projeto para as artes visuais. Estudantes de escolas da cidade exibem ali seus trabalhos, nas laterais da “caixa” de prateleiras, em um sistema rotativo que prevê novos trabalhos expostos a cada mês. “Esperamos encorajar também os artistas locais a participarem”, diz Aubermann.

Expansão rápida

Projetos parecidos existem há algum tempo em diversas cidades alemãs. Em Colônia, a iniciativa começou em 2007 sob o nome Eselsohr (literalmente “orelha de mula” – um termo que tem, em alemão, o sentido de “orelha”, a dobradura feita pelo leitor no canto da folha para marcar uma página).

De início, a associação da cidade tentou estabelecer a ideia nas instalações de uma grande loja de móveis, que disponibilizou as prateleiras, enquanto a atriz Annette Frier protagonizou uma campanha publicitária para divulgar o projeto.

No ano passado, passaram a ser usadas prateleiras mais amplas, com design do arquiteto Hans-Jürgen Greve: elas são mais fortes, impermeáveis e também mais caras, o que forçou os organizadores a procurar patrocínio. Desde que a prateleira pública foi inaugurada na praça GoldsteinForum, próxima ao rio Reno, em Colônia, mais duas outras foram colocadas na cidade e 24 estão sendo planejadas.

Respeito pela propriedade pública

“A GoltsteinForum é uma localização prefeita. É uma área comercial, lotada de gente, onde as pessoas podem se encontrar e conversar sobre os livros”, diz Aubermann. Os colaboradores voluntários que cuidam do projeto visitam regularmente as prateleiras, a fim de arrumar os livros e retirar os que estiverem estragados. “Há também muitos voluntários que nem conhecemos”, acrescenta Aubermann.

Livros infantis e infanto-juvenis entre as ofertas

A equipe nunca teve experiências negativas com vandalismo ou coisa parecida. Para fazer com que o projeto funcione, não basta, porém, apenas manter a prateleira em segurança, mas é preciso também contar com a generosidade dos moradores da região.

Aubermann não diria que esse tipo de “prateleira pública” deva ser considerado um fenômeno tipicamente alemão. “Isso funciona aqui porque, no norte da Europa, existe a tradição da propriedade pública. A maioria das pessoas cuida dos bens públicos”, completa ele, lembrando que projetos parecidos iriam, obviamente, funcionar também em outros países, mesmo que demorasse mais tempo para fazer com que a ideia desse realmente certo.

Autora: Eva Fritsch (sv)

Revisão: Carlos Albuquerque

Via: Livros e Afins

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