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Leitura ajuda a melhorar a memória!

 


A neurologista Loreta de Moraes Napp recomenda leitura para seus pacientes saudáveis e que desejam melhorar a memória.

[para] quem (…) quer ter um cérebro saudável, eu recomendo ler. Esse é o melhor exercício que alguém pode fazer com o cérebro. O uso constante da memória a estimula. É como um músculo: quanto mais se usa, melhor funciona. Mas não se deve fazer um uso abusivo da memória. Na hora de dormir, devemos descansar. Cada coisa tem seu momento.

Para ler a entrevista completa cedida ao jornal Zero Hora, clique aqui: Entrevista Loreta Moraes Napp.

Vi no Livros e afins

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Dispositivo de conhecimento bio-óptico organizado

http://www.youtube.com/watch?v=UqRmGHocCcg

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Muitas formas de pensar e apenas uma de não pensar

Respeite a opinião alheia, e, principalmente, respeite sua individualidade.

 

 

Via Livros e Afins.

 

 

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Descaminhos do estudo científico na Comunicação

LINGUAGEM & CONTEÚDO

Por Ronaldo Barbosa Lima em 12/4/2011

Em Jornalismo Opinativo, José Marques de Melo, partindo da ideia de que os discursos jornalísticos nas suas diversas vertentes engendram lugares simbólicos por onde transita o inconsciente, equaciona com originalidade – considerando as tendências do conhecimento científico no jornalismo – alguns aspectos fundamentais desse processo comunicativo.

Para tanto, o autor teve a necessidade de confrontar os pressupostos desenvolvidos pelos americanos e europeus, constatando de modo geral que nos primeiros predomina uma disposição analítica comprometida com a intencionalidade do emissor, enquanto nos segundos ganha mais destaque o estudo das estruturas do conteúdo. Mas, de qualquer maneira, não há dúvidas de que ambas as escolas lidam com os fenômenos da comunicação jornalística deixando fora do circuito a problemática do sujeito e caindo, com frequência, em premissas de natureza sociológica comprometida, ora com o pragmatismo de uma sociedade consumista, ora com o cientificismo que se legitima em conceitos fechados de verdade.

Em razão disso, e pressentindo a necessidade de centrar sua análise na linguagem, o estudo brasileiro feito por Marques de Melo e Cremilda Medina, entre outros, se estrutura sobre o princípio dialético de que, para a formulação adequada de um estudo científico no universo comunicacional, as relações entre a linguagem, a comunicação jornalística e o poder, se faz necessário efetuar um deslocamento radical das teorias atreladas ao socialismo contextual e à primazia do significado.

O jogo das relações com o simbólico

Com esse objetivo, acredito que seja possível perceber, amparando-me em conceitos lacanianos, que o estudo em jornalismo somente chegará à dimensão do humano no momento em que os estudos se percebam como habitantes da linguagem. Nesse sentido, o pensar científico no seio do jornalismo deixa em evidência que, nos processos de comunicação, tanto o emissor quanto o receptor estão implicados no fundamento da dependência dos significantes da linguagem.

Nessa perspectiva, o discurso jornalístico, enquanto fenômeno da linguagem, surge, em princípio, como cadeia significante, como lugar simbólico onde a mentalidade expressiva se organiza de modo a formar unidades indiciais. Assim concebido, o discurso científico na esfera do jornalismo institui, por intermédio dos estudos linguísticos feitos por Lacan, quatro lugares indispensáveis: o lugar do agente, o lugar do outro, o lugar da produção e o lugar da verdade. Nesse caso, o percurso pressuposto pela cadeia do significante se expressa como um caminho que determina esses lugares e estes, por sua vez, consubstanciam o conteúdo jornalístico, fazendo com que a ideologia do jornalismo se defina no complexo jogo das relações com o simbólico.

 

Via Observatório da Imprensa

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A música dos números primos

A música dos números primos Marcus de Sautoy – Jorde Zahar A progressão dos números naturais, tão simples e ordenada parece fornecer , talvez, o único modelo do infinito ao alcance dos seres finitos que somos.

Para quem nunca foi muito além das quatro operações básicas, como eu, parece uma proposta encantadora.

Além do livro, a TV Cultura produziu um programa sobre este tema , usando o livro como base, com participação de Carls Sagan e tudo.

 

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Machado de Assis e o diagnóstico psiquiátrico

Loucura a dois, ou como foi originalmente registrada, folie a deux, é um distúrbio no qual o paciente tem sintomas psicóticos que são “transmitidos” a outros membros do grupo ou da família. Este distúrbio geralmente acontece em grupos ou famílias que vivem isoladas e mais frequentemente , com mulheres. O estudo que primeiro teria descrito cientificamente os sintomas desta doença foi publicado em 1887. E onde Machado entra nisso? Bem, dois cientistas da USP, Daniel Martins de Barros e Geraldo Busatto Filho, perceberam um caso similar no conto “O Anjo Rafael”, escrito anteriormente ao artigo científico, em e que traz como protagonista um fazendeiro que acredita ser o Anjo Rafael, acredita tanto, que sua filha também o faz, desta forma, segundo os pesquisadores, antes dos médicos, em 1869, Machadão teria percebido que loucura, nesse caso, pega!

Para ler o conto, clique aqui.

Matéria do caderno de Ciências da Folha de São Paulo de 15 de março de 2011.

 

 

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