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Retrospectiva Leituras 2012 – O Primeiro Beijo

Em 2012 consegui ler, mais uma vez, mais do que esperava, menos que gostaria…Após um ano tão cheio de novidades, vamos ao resumo da leitura:

A primeira leitura do ano foi o Primeiro Beijo  (1999) é uma coletânea de textos de Clarice Lispector, voltados para o público infanto juvenil. Porém, lembremos, trata-se de Clarice, logo a densidade da escrita permanece. Uma ótima pedida para férias, filas, uma espécie de hipsnose clariceana rápida, dividida em pequenos contos.

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Resultado do Desafio (pessoal) Clarice Lispector 2012

A cada ano que passa mais e mais publicações acerca de Clarice são lançadas ( e muito desejadas por mim). Em 2012, minhas leituras clariceanas nem foram tantas assim, pois andei muito com madimoiselle Beavoir, porém, vamos conferir a quantas ficou meu desafio anual em saber tudo a respeito de dona Clarice:

Lidos em 2012:

O Primeiro Beijo e outros contos – 1999 – Editora Ática – Coletânea de contos.

Clarice Lispector – Esboço para um possível retrato – Olga Borelli – 147 páginas

A Descoberta Do Mundo  – Clarice Lispector – 480 páginas – Rocco

Desafio Clarice Lispector 2012

Desafio Clarice Lispector

Via Quero Morar em uma Livraria

A lista completa é a seguinte (marcados os que eu já devorei):

1943 – Perto do Coração Selvagem (Romance)
1946 – O Lustre (Romance)
1949 – A Cidade Sitiada (Romance)
1960 – Laços de Família (Contos)
1961 – A Maçã no Escuro (Romance)
1964 – A Legião Estrangeira (Contos)
1964 – A Paixão Segundo G.H. (Romance)
1967 – O Mistério do Coelho Pensante (Infantil)
1968 – A Mulher que Matou os Peixes (Infantil)
1969 – Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres (Romance)
1971 – Felicidade Clandestina (Contos)
1973 – Água Viva (Romance)
1974 – Onde Estivestes de Noite (Contos)
1974 – A Via Crucis do Corpo (Contos)
1974 – A Vida Íntima de Laura (Infantil)
1975 – De Corpo Inteiro (Entrevistas)
1977 – A Hora da Estrela (Romane)
1978 – Para Não Esquecer (Crônicas)
1978 – Um Sopro de Vida (Romance)
1978 – Quase de Verdade (Infantil)
1979 – A Bela e a Fera (Contos)
1987 – Como Nasceram as Estrelas (Infantil)
2002 – Correspondências (Cartas)
2004 – Aprendendo a Viver (Crônicas)
2005 – Aprendendo a Viver Imagens
2005 – Outros escritos
2006 – Correio Feminino (Crônicas)
2007 – Entrevistas
2007 – Minhas Queridas (Cartas)
2008 – Só para Mulheres (Crônicas)
2008 – A Descoberta do Mundo (Crônicas) (2012!!!)
2009 – Clarice na Cabeceira (Contos)

2010 – Clarice, Benjamin Moser
2011 – Do Rio de Janeiro e seus personagens Crônicas para jovens Organização: Pedro Karp Vasquez

Retirada do site Clarice Lispector .

Bora desafio, para 2013, e como a lista só cresce, neste site novo sobre a Diva há listas e listas e listas…

 

 

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O cheiro do livro

Livro novo, livro velho, adoro cheiro de livro. Minha explicação, é sentimental. Esta é química:

 

por que livros velhos cheiram bem Por que livros velhos cheiram bem livros divertidos

Você já deve ter reparado que livros velhos tem um cheiro característico, não poucas vezes, agradável.

Isso se deve à lignina ou lenhina.

A lignina ou lenhina é uma macromolécula tridimensional amorfa encontrada nas plantas terrestres, associada à celulose na parede celular cuja função é de conferir rigidez, impermeabilidade e resistência a ataques microbiológicos e mecânicos aos tecidos vegetais.

Deu pra sacar que ela, embora já esteja presente nos vegetais, ajuda a proteger o papel de que os livros são feitos, certo?

Acontece que esse composto, a lenhina, é muito semelhante à vanilina, a substância que dá a, digamos assim, baunilhice da baunilha.

E todo o mundo sabe como a baunilha é cheirosa.

Ainda mais se você tem uma namorada que use aquele creme da Victoria’s Secret com essa fragrância…

Bem, voltando ao assunto…

Depois de algum tempo, tempo o suficiente para um livro ser considerado velho, a molécula da lenhina “se quebra” e libera o odor característico. Por isso, sebos e bibliotecas cheiram de modo tão agradável (desde que os responsáveis tirem o pó, evitem o mofo e limpem o lugar de vez em quando, claro).

Ainda assim, continuo a preferir garotas com cheiro de baunilha ou com outros olores mais agradáveis do que o cheiro dos livros, por melhor que alguns epistemofílicos insistam em dizer que eles exalem.

Por que os papéis amarelam

A legnina ou lenhina também é a explicação:

Um dos principais objetivos da fabricação de papel é reduzir o conteúdo de lignina na madeira a fim de produzir a massa de papel. Papéis com teor ainda alto de lignina (ela faz parte de 1/3 a 1/4 da massa da madeira), como o usado para papelão e jornal ficam amarelados facilmente devido a degradação desta com o ar. Assim, a lignina deve ser quase totalmente extraída antes do branqueamento do papel. Para isso, usam-se processos mecânicos e químicos, como por exemplo o processo Kraft.

Talvez por isso, os livros novos não tendam a cheirar tão bem quanto os livros antigos com o passar do tempo: eles tem menos lenhina.

(via)

 

 

 

 

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O que acontece nos livros durante a noite

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Fonte

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Um dia frio, um bom lugar para ler um livro…

libr Uma livraria em uma igreja de 800 anos bibliotecas

 

Uma livraria holandesa.

Veja mais fotos no blog The Cool Hunter, essa aqui eu vi no Livros e afins.

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Clássico itinerante: Livros clássicos são distribuídos de graça em terminais de ônibus

28/05/2012 – 15h01

PATRÍCIA BRITTO
DE SÃO PAULO

A partir desta segunda-feira (28), os paulistanos podem retirar gratuitamente até um exemplar dos livros “A Nova Califórnia e Outros Contos”, de Lima Barreto, e “Contos Paulistanos”, de Antônio de Alcântara Machado, em um dos quatro pontos de distribuição do projeto De Mão em Mão.

Os livros ficam disponíveis de segunda a sexta-feira, das 10h às 20h, e sábado, das 10h às 18h, nos terminais de ônibus Mercado (centro), Santo Amaro (zona sul), Pirituba (zona norte) e Antônio Estêvão Carvalho (zona leste). Não é preciso apresentar nenhum documento.

Divulgação
A pintura "Cena de Rua", de Ernesto De Fiori, ilustra a capa da reedição do livro "Contos Paulistanos", de Alcântara Machado
Pintura “Cena de Rua”, de Ernesto De Fiori, ilustra a capa da reedição do livro “Contos Paulistanos”, de Alcântara Machado

Inspirado na iniciativa colombiana Libro al Viento (Livro ao Vento, em espanhol), o De Mão em Mão reedita e distribui obras de autores brasileiros para despertar o interesse pela leitura.

“Levando em conta que o modelo colombiano é bem-sucedido e reconhecido internacionalmente, a gente pensou em adaptá-lo para São Paulo”, diz o editor-executivo da editora Unesp, Jézio Hernani.

A ideia é que os leitores passem o livro adiante quando terminarem a leitura ou que o devolvam para os pontos de distribuição, onde outras pessoas poderão retirá-lo.

As reedições são feitas pela Unesp, com uma tiragem de 20 mil exemplares por título, em parceria com a Secretaria de Cultura de São Paulo. Há ainda a possibilidade de baixar a versão digital dos livros no site do projeto.

SELEÇÃO

Este é o segundo lançamento da coletânea, que começou em dezembro do ano passado com a obra “Missa do Galo e Outros Contos”, de Machado de Assis. “A coleção é uma paquera com os leitores que não estão acostumados com o hábito de ler”, diz Hernani.

Os títulos são selecionados por um conselho editorial formado por professores, editores e escritores, entre eles o poeta Sérgio Vaz, fundador da Cooperifa (Cooperativa Cultural da Periferia).

Autores como Mário de Andrade e João Cabanas estão entre os que terão obras publicadas nos próximos meses, segundo o editor-executivo da Unesp. O lançamento dos próximos livros está previsto para ocorrer até julho.

Via Folha.com

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A principal escritora latino-americana de prosa do século

Adivinhem de quem  eu estou falando? Óbvio. Clarice Lispector.

Li a nota abaixo e já estou pensando na maneira de adquirí-los!!!

Livros de Clarice Lispector chegam às livrarias dos norte americanas

Agência Estado

Redação Folha Vitória

São Paulo – É o momento Clarice Lispector – quinta-feira, as livrarias dos Estados Unidos começam a receber quatro livros (“Perto do Coração Selvagem”, “Água Viva”, “A Paixão Segundo G. H.” e “Um Sopro de Vida”) da grande escritora traduzidos para o inglês, todos pela editora New Directions, que já lançou no ano passado “A Hora da Estrela”. O fato repercutiu na imprensa, com o jornal “Los Angeles Times” citando a frase de um antigo tradutor de Clarice (1920-1977), Gregory Rabassa, que comparava a autora brasileira a Marlene Dietrich (no traço físico) e a Virginia Woolf (no traço estilístico).

“A maneira chocante com que fala dos grandes temas é a característica de sua prosa que mais desperta atenção do leitor americano”, acredita Benjamin Moser, organizador dos lançamentos e grande divulgador da prosa clariciana entre seus conterrâneos, especialmente depois de publicada a tradução em inglês de sua biografia “Clarice”, lançada em 2009 pela Cosac Naify. “São assuntos que, no nosso dia a dia, não temos coragem de enfrentar – a vida, a morte, o Deus – e que são os grandes temas universais, independentemente de detalhes superficiais, como a nacionalidade do leitor.”

Os quatro volumes chegam com um delicado projeto gráfico: juntas, as capas reproduzem uma foto de Clarice jovem. E, em um canto, são reproduzidos elogios de personalidades literárias como Jonathan Franzen (“Uma escritora verdadeiramente notável”), Orhan Pamuk (“Uma das mais misteriosas autoras do século 20”) e Colm Toíbín (“Um dos gênios ocultos do século 20”), além de uma citação do jornal “The New York Times” (“A principal escritora latino-americana de prosa do século”).

Moser, que descobriu a escrita de Clarice na universidade, durante um curso sobre literatura brasileira em que se estudou “A Hora da Estrela”, enriqueceu ainda a nova fornada de volumes com prólogos diversos, como o assinado por Caetano Veloso para “Perto do Coração Selvagem” e um surpreendente texto de cineasta Pedro Almodóvar que, ao recusar o convite de Moser para escrever sobre “Um Sopro de Vida”, acaba tecendo vários elogios à autora.

No Brasil, os livros de Clarice são um dos bens mais preciosos do catálogo da editora Rocco, que prepara vários lançamentos a partir do segundo semestre. Em outubro, por exemplo, deve sair a coletânea “Clarice na Cabeceira – Jornalismo”, que vai reunir textos publicados na imprensa ao longo de quase quatro décadas. Também a obra infanto-juvenil da escritora vai ganhar nova edição, com um projeto gráfico reformulado e volumes em capa dura. Os primeiros serão “A Vida Íntima de Laura”, ilustrado por Odilon Moraes, e “A Mulher Que Matou os Peixes”, por Renato Moriconi. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Via: Livros e Afins

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Notícia boa vinda de Brasília! Pontos de ônibus em Brasília viram estação cultural e têm internet grátis

Quem não quiser usar o computador, pode acessar a internet no celular, com a rede sem fio. Tudo de graça. Ainda tem uma pequena biblioteca com livros que podem ser lidos ali mesmo ou podem ser levados para casa.

Geiza Duarte Brasília

Surgiu em Brasília uma solução para tornar mais agradável aquele tempo que o brasileiro perde esperando a condução nos pontos de ônibus. A ideia de espalhar livros começou há algum tempo, mas agora tem tecnologia também. A parada de ônibus virou uma estação cultural. Tem até internet para os passageiros.

O olhar atento é de quem ainda não está muito familiarizado com a novidade, mas já que o computador está à disposição vale à pena fazer uma adaptação para usar o teclado virtual. É um convite ao aprendizado. “Eu sou analfabeto nesse negócio de informática. Tem muito pouco tempo que eu só sei o elementar, que foi o que eu fiz aqui. E o elementar funcionou”, comenta o livreiro Ivan Presença da Silva.

É uma estação cultural no meio da parada de ônibus. E quem não quiser usar o computador, pode acessar a internet no celular, com a rede sem fio. Tudo de graça. “Aqui eu atualizo as últimas notícias e continuo conectado mais uns minutos até chegar em casa”, conta o técnico de informática Thomás Sauro. “Vai fazer com que os usuários de ônibus tenham uma espera mais tranquila, mais divertida e mais cultural”, aposta o advogado Fabrízio Morelo.

Ainda tem uma pequena biblioteca com livros que podem ser lidos ali mesmo ou, se o leitor preferir, pode levar pra casa e devolver quando quiser. “Dificilmente, você tem tempo de ler no ônibus e você pode estar folheando um livro que você pega aqui”, diz a estudante Eduarda Silvino.

Por enquanto, só três paradas de ônibus ganharam as mini estações culturais. É uma fase de testes, mas a proposta é inaugurar outras 37 estações em vários pontos da cidade até a Copa do Mundo de 2014. O projeto teve apoio de empresas públicas e de uma fundação.

O idealizador do projeto é Luiz Amorim, filósofo autodidata e dono de açougue. Tudo começou quando, aos 16 anos, ele aprendeu a ler e se apaixonou pela literatura. Montou uma banca no açougue e passou a emprestar os livros que tinha. Há cinco anos, ele espalhou estantes cheias de livros pela cidade e agora o sonho de compartilhar conhecimento cresceu.

Londres já colocou em funcionamento um projeto semelhante, de livre acesso à internet, em toda a rede de metrô.

Por falar em internet, em meio a toda essa repercussão do caso da atriz Carolina Dieckmann, a Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (15) um projeto que torna crime invadir computadores.

A pena prevista é de três meses a um ano de prisão, além de multa. A punição será dobrada no caso de roubo de e-mails privados ou comerciais e pode aumentar ainda mais se o conteúdo for distribuído. O texto segue agora para o Senado.

 

Vi aqui

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Os 10 livros mais lidos no mundo

oliveryeh:

Top 10 Most Read Books in the World (copies sold, past 50 years).

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Câmara Brasileira do Livro promove concurso de teses científicas

Agência FAPESP – A Câmara Brasileira do Livro (CBL) recebe até o dia 10 de abril inscrições para um concurso de teses científicas. Os vencedores terão oportunidade de expor sua produção na terceira edição do Congresso Internacional CBL do Livro Digital, que será realizado em São Paulo nos dias 10 e 11 de maio.

Os trabalhos deverão abordar um dos seguintes temas: “Novos modelos de negócios relacionados aos livros digitais”; “Aspectos de usabilidade de leitores digitais (e-readers)”; “Bibliotecas Digitais”; “Aspectos educacionais dos livros digitais”; “Direitos autorais e Copyright”; “Marketing do livro digital”; “Redes sociais e livros digitais”; “O novo papel do editor”.

Os dois primeiros colocados receberão prêmio em dinheiro, terão os trabalhos publicados na Revista de Gestão da USP e espaço para apresentar suas teses para os congressistas.

Realizado pela CBL desde 2010, o evento tem como objetivo discutir tendências do mercado editorial de conteúdo digital. Nesta terceira edição, o tema central será “A nova cadeia produtiva de conteúdo – do autor ao leitor”.

Os modelos de negócios, os aspectos tecnológicos, os direitos autorais e o comportamento do leitor são algumas das questões que serão abordadas por palestrantes brasileiros e estrangeiros.

Nesse contexto, o concurso de teses científicas tem como objetivo estimular a contribuição da academia na definição dos rumos desse novo segmento do mercado editorial no Brasil.

O regulamento completo do concurso e as regras para a inscrição dos trabalhos estão disponíveis no endereço www.congressodolivrodigital.com.br/site/trabalhos-cientificos.

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