A Odalisca e o Elefante

“No dia em que você me viu pela  primeira ve eu estava sentindo uma baita saudade da minha infância […] era a lembrança mais dolorosa e a saudade me fez chamar sem eu saber a quem chamava assim. Na noite anterior eu tinha sonhado com os adolescentes envenenados por amor e lembrado que o amor é ardiloso. Tudo isso girava e se atropelava como num pesadelo, uma febre, uma roda gigante.

Quando o sol explodiu dentro de mim e ví Ícaro o menino de asas, furando o éter, lembrei-me de tudo. Soube assim que você estava por perto e comecei a procurar, sem saber sob que forma estaria escondida” Pauline Alphen.

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