Arquivo do mês: junho 2011

Mario Vargas Llosa, paz, amor e hipopótamos

 

Uma resposta do escritor Mario Vargas Llosa numa entrevista:

Emilio Fraia – Falando em África, gostei muito da sua coleção de hipopótamos.

Mario Vargas Llosa – Tudo começou quando uma peça que escrevi, Kathie e o hipopótamo, estreou na Inglaterra e os atores me presentearam com miniaturas do bicho. Tenho muito carinho pelos hipopótamos, trata-se de um animal dócil, com o paladar delicado e uma incrível propensão ao amor. Suas principais ocupações são tomar banho, chafurdar na lama e fazer amor – eles podem passar mais de 12 horas copulando. São feios, dão impressão de brutalidade, mas são delicados. Conseguiram o que os hippies jamais conseguiram, levar a cabo a máxima “paz e amor”. Gostaria de fazer amor como os hipopótamos.

via  and good madness

Livros e afins

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33 blogs sobre design e capas de livros

Uma lista de blogs principalmente sobre design de livros – todos funcionando no cada vez mais afamado Tumblr.

A maior parte deles traz tão somente fotos de capas, mas nem por isso deixam de ser interessantes.

Ótimas fontes de inspiração para designers, artistas ou pessoas que acham que também é válido julgar um livro pela capa.

Afinal, aparências são apenas aparências, mas elas aparecem.

  1. abookcoveraday
  2. airportbookstore
  3. beautyandthebook
  4. betterbooktitles.com/
  5. blog.andreasneophytou.com/
  6. book-design
  7. bookartscovers
  8. bookcoverdesign
  9. bookcoverdesigns
  10. bookcoveroftheday
  11. bookdesigns
  12. bookron
  13. booksandcovers
  14. childrensbooks
  15. comicbookcovers
  16. fuckyeahawesomebookcovers
  17. fuckyeahbookarts
  18. fuckyeahbookcover
  19. fuckyeahbookcovers
  20. fuckyeahchildrensbooks
  21. fullbloom
  22. hellyeahbookcovers
  23. ialwaysjudge
  24. inni2
  25. jmassabrook
  26. lovelybookcovers.com/
  27. nostalgicbooks
  28. prettybookcovers
  29. robookdesign
  30. teachingliteracy
  31. thebookcoversproject
  32. tobeshelved
  33. wtfbookcovers

Fonte: Design Directory Via Livros e afins

 

 

 

 

 

 

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Represa de conhecimentos


Posted: 18 May 2011 03:17 AM PDT


tumblr lhqqtjhM0D1qc3gxfo1 500 Represa de conhecimentos livros divertidos

 

Por trás dos livros há um rio caudaloso de conhecimentos.

via talvegue

Livros e afins

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Super Dica! Book light

quarta-feira, 27 de abril de 2011

 Hoooray! Estou passando para deixar uma super dica para todo mundo que gosta de ler antes de dormir – ou ler até dormir – mas tem preguiça de se levantar para apagar as luzes. Ou até mesmo tem um companheiro que dorme no mesmo quarto que você e não aceita muito bem seus hábitos noturnos de ficar com a luz acesa para ler o atrapalhando a dormir. Bom. Há uns meses atrás eu vi um post na blogosfera sobre um pequeno objeto que mudaria minha vida. Era o chamado “Book Light”. Sim, pequenas luzes que são adaptadas para se ler no escuro. Eu nunca tinha ouvido falar naquilo e fiquei deslumbrada imediatamente. Pensei “-Minha nossa! Como ninguem tinha pensado nisso antes?!” E o caso é que eu quis um imediatamente. E percebi logo de cara que existem um milhão de modelos de Book Light. Dos coloridos aos sérios. Dos temáticos aos complicados. Existem mais tipos dessa coisa que tipos de pokemons. Então veio o problema. Não se consegue um Book Light assim tão facil. E como é um acessório relativamente barato (a partir de R$1,99) não era financeiramente viável comprá-lo pela internet e pagar um frete mais caro que o produto. Então comecei uma nova saga heróica e mesopotâmica onde eu iria encontrar o Book Light em lojas convencionais. Para quem não sabe, eu sou uma grande adepta das compras pela internet. De fato, até comida eu costumo pedir através de sites. Por que? Bem, eu não gosto de pessoas. Como o bom ser antisocial que sou, prefiro não dividir muito do meu espaço com elas. O quê? Não me olhe esquisito. A maior parte das pessoas não tem um bom hábito de higiene e nem um pouco de educação. Prefiro passar meu tempo longe delas. U_u Voltando. Fui a lojas convencionais contrariando meus principios. Resumindo, eu não encontrei em nenhuma parte um único Book Light sequer. Nem em lojas de “vendemos qualquer coisa”, nem em shoppings populares, nem em parte alguma. Nem preciso descrever minha frustação. Não tinha conseguido colocar minhas mãos em um Book Light até que ontem, quase sem querer, me deparo com isto: O Book Light vem com uma bolsinha protetora. E o material é acrilico. A luz de led não faz mal para os olhos como as luzes normais. E funciona lindamente. Não sei se dá para ver na foto, mas é muito eficiente. U_U E fiquei extremamente feliz! Sim, senhoras e senhores. Este é o meu primeiro Book Light. #lágrimasdeemoção Eu o comprei na Livraria Leitura aqui de Belo Horizonte, pessoalmente. E custou R$29.90. Paguei feliz. Ele funciona com três “pilhas palito”. Não sei se a pilha tem o mesmo nome no lugar de onde você vem, é conhecida assim aqui em Minas Gerais. Mas é aquela pequena e fininha. E o melhor dele é que pode ser usado como marcador de páginas. *-* Eu o achei tão lindo! Mas além da dica, o mais importante: O que acham de eu sortear um Book Light desses por aqui, hã? Eu comprei dois. Não fazia parte dos planos sortear alguma coisa, mas, se houver alguma aceitação, por que não? XD Quem sabe não vão alguns livros para estrear o Book Light novinho? Veremos… veremos… Matta ne!

Daqui: Lendo Mentes

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‘Faroeste caboclo’ ganha personagens para ‘esticar’ trama

24/05/2011 07h22 – Atualizado em 24/05/2011 12h37

‘Faroeste caboclo’ ganha personagens para ‘esticar’ trama Rodado no DF desde abril, filme contextualiza saga de João de Santo Cristo. Filho de Renato Russo, de 21 anos, acompanha a adaptação da música. Jamila Tavares Do G1 DF imprimir João de Santo Cristo, Jeremias e Maria Lúcia são personagens já conhecidos da música brasileira, imortalizados na canção “Faroeste caboclo”, escrita por Renato Russo em 1979. Na versão cinematográfica da história, que está sendo filmada em Brasília desde 10 de abril, Cris, Beto e Telmo entram em cena para ajudar na contextualização do enredo de um dos maiores sucessos da Legião Urbana. João de Santo Cristo, vivido pelo ator Fabrício Boliveira, ao desembarcar em Brasília (Foto: Divulgação) No roteiro adaptado por Marcos Bernstein e Victor Atherino, eles ajudam na compreensão do desenrolar do triângulo amoroso e seu desfecho trágico. “A música não diz que ela [Maria Lúcia] tem amigos, mas também não diz que não tem”, afirma o diretor do filme, René Sampaio. Sampaio não dá detalhes sobre a versão cinematográfica de “Faroeste Caboclo”. Ele se limita a dizer que as principais adaptações feitas na transposição da música para as telas foram no sentido de dar veracidade aos personagens. Brasiliense com casa também no Rio de Janeiro, ele se diz fã da Legião Urbana e que, desde a primeira vez que ouviu a canção, quis fazer um filme sobre a história de João de Santo Cristo, Jeremias e Maria Lúcia. Ísis Valverde (acima, à direita), que interpreta Maria Lúcia e que ganhou um grupo de amigos na versão cinematográfica de ‘Faroeste Caboclo’, e o diretor René Sampaio (abaixo, de preto), durante gravação em Brasília; veja mais fotos (Fotos: Divulgação) A trama se passa quase integralmente em Brasília, entre 1979 e 1981. Por conta do tombamento do Plano Piloto, a Esplanada dos Ministérios, a rodoviária e os prédios da Asa Sul, onde mora Maria Lúcia, receberam pequenas alterações para a gravação de cenas externas. A Ceilândia dos anos 80 foi totalmente reconstruída no Jardim ABC, no Entorno do DF, porque a cidade hoje pouco lembra o cenário do fictício duelo final entre João de Santo Cristo e Jeremias. Orçado em cerca de R$ 6 milhões, já inclusos os gastos com lançamento e divulgação, o filme traz Ísis Valverde como a intérprete de Maria Lúcia. O papel de João de Santo Cristo ficou com Fabrício Boliveira, e Felip Abib dá vida a Jeremias. Antonio Calloni interpreta o policial Marco Aurélio, com ação voltada especialmente para a apreensão de drogas nos sisudos anos 80. Marcos Paulo vive o senador Ney, pai de Maria Lúcia. O filho de Renato Russo, Giuliano Manfredini, acompanha as filmagens. Cerca de 120 pessoas estão envolvidas no trabalho, dos quais 30 são atores. Para fazer a figuração das festas de rock que permeiam a trama, 300 jovens de Brasília foram selecionados em universidades, bares e também pela internet. Só para a recriação da Rockonha, 150 figurantes foram deslocados para o local original da festa, uma chácara perto de Sobradinho, a 22 km do centro do Plano Piloto. As filmagens em Brasília seguem até o próximo dia 25. Depois disso, uma equipe reduzida segue para a Bahia para filmar a partida de João de Santo Cristo de seu estado natal. Ainda não há previsão para o lançamento do filme, que só deve chegar às telas em 2012.

Source: G1

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123° aniversário de Fernando Pessoa

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Doodle- Google comemora 123° aniversário de Fernando Pessoa

 

Hoje, dia 13/06/2011, o Google publicou mais um de seus Doodles, dessa vez em comemoração ao 123° Aniversário de Fernando Pessoa.

 

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Descaminhos do estudo científico na Comunicação

LINGUAGEM & CONTEÚDO

Por Ronaldo Barbosa Lima em 12/4/2011

Em Jornalismo Opinativo, José Marques de Melo, partindo da ideia de que os discursos jornalísticos nas suas diversas vertentes engendram lugares simbólicos por onde transita o inconsciente, equaciona com originalidade – considerando as tendências do conhecimento científico no jornalismo – alguns aspectos fundamentais desse processo comunicativo.

Para tanto, o autor teve a necessidade de confrontar os pressupostos desenvolvidos pelos americanos e europeus, constatando de modo geral que nos primeiros predomina uma disposição analítica comprometida com a intencionalidade do emissor, enquanto nos segundos ganha mais destaque o estudo das estruturas do conteúdo. Mas, de qualquer maneira, não há dúvidas de que ambas as escolas lidam com os fenômenos da comunicação jornalística deixando fora do circuito a problemática do sujeito e caindo, com frequência, em premissas de natureza sociológica comprometida, ora com o pragmatismo de uma sociedade consumista, ora com o cientificismo que se legitima em conceitos fechados de verdade.

Em razão disso, e pressentindo a necessidade de centrar sua análise na linguagem, o estudo brasileiro feito por Marques de Melo e Cremilda Medina, entre outros, se estrutura sobre o princípio dialético de que, para a formulação adequada de um estudo científico no universo comunicacional, as relações entre a linguagem, a comunicação jornalística e o poder, se faz necessário efetuar um deslocamento radical das teorias atreladas ao socialismo contextual e à primazia do significado.

O jogo das relações com o simbólico

Com esse objetivo, acredito que seja possível perceber, amparando-me em conceitos lacanianos, que o estudo em jornalismo somente chegará à dimensão do humano no momento em que os estudos se percebam como habitantes da linguagem. Nesse sentido, o pensar científico no seio do jornalismo deixa em evidência que, nos processos de comunicação, tanto o emissor quanto o receptor estão implicados no fundamento da dependência dos significantes da linguagem.

Nessa perspectiva, o discurso jornalístico, enquanto fenômeno da linguagem, surge, em princípio, como cadeia significante, como lugar simbólico onde a mentalidade expressiva se organiza de modo a formar unidades indiciais. Assim concebido, o discurso científico na esfera do jornalismo institui, por intermédio dos estudos linguísticos feitos por Lacan, quatro lugares indispensáveis: o lugar do agente, o lugar do outro, o lugar da produção e o lugar da verdade. Nesse caso, o percurso pressuposto pela cadeia do significante se expressa como um caminho que determina esses lugares e estes, por sua vez, consubstanciam o conteúdo jornalístico, fazendo com que a ideologia do jornalismo se defina no complexo jogo das relações com o simbólico.

 

Via Observatório da Imprensa

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Estante de leitura

Leia sua estante


estante Leia sua estante arte arquitetura

Em um primeiro momento pensei que fosse um labirinto, mas logo percebi que se tratava de uma frase em inglês. Não sei de quem é o projeto dessa estante, mas se você souber, me avise e darei o crédito.

Atualização: a Andressa Farion avisou-me que a estante é de uma marca italiana chamada Saporiti.

Via Júlia Rodrigues.

Livros e afin
s

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Esfinges

Os livros são como esfinges […], que nós cremos que estão vivas, porém se lhes perguntamos sobre alguma coisa elas nada respondem.

Jorge Luis Borges

Lembrei de Clarice.

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Lânguido prazer

Montaigne fala dos livros com paixão, diz eu, embora os livros sejam uma forma de felicidade, são , contudo, um lânguido prazer.

Jorge Luiz Borges

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